PETRÓPOLIS
Algumas Dicas: Não deixe de conhecer o Museu Imperial (1845), instalado no Palácio de Verão de D. Pedro II, onde conhece-se um pouco da história da Família Imperial Brasileira e do Segundo Reinado. À noite, se o tempo perimitir, rola o famoso show Som e Luz, do lado de fora do museu, onde é contada a história de D. Pedro II com a ajuda de um sofisticado sistema de projeção. Procure saber da programação do Palácio de Cristal, normalmente rolam ótimos shows, e melhor ainda de graça. Imperdível também é fazer uma visita guiada pelos salões do Quitandinha (1944), a grandiosidade do local nos leva a uma verdadeira viagem no tempo. Os guias são antigos funcionários do local, e passam a história com riqueza de detalhes e muita emoção. Tudo é grandioso, da piscina ao salão onde funcionou o cassino. Poder entrar, por exemplo, no teatro onde eram filmadas as produções da Atlântida nos remete ao que deve ter sido viver àquela época. Não deixe de visitar a “Encantada“, casa de Santos Dumont, lá você verá em detalhes a engenhosidade deste brasileiro. Aproveite para apreciar o relógio de flores, bem em frente, e também a Catedral São Pedro de Alcântara. Petrópolis também tem espaço para quem gosta de aventuras, dá para fazer cavalgadas, trekking na área do Parque Nacional da Serra dos Órgãos, rapel, escalada, rafting, e até vôo livre.Sugestão de Pousada: 14 Bis, simples, mas em local agradável, com ótimo atendimento, além de uma decoração muito bem transada, inspirada no pai da aviação. Existem muitas outras boas opções espalhadas pela cidade, não deixe de conferir. A cidade ainda tem um belo calendário cultural, com festivais como o de inverno e festas típicas como a Bauernfest (Fotos da Bauernfest 2007).
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Sana
voltar várias vezes. O forte do Sana é a natureza, o arraial é simples e as melhores pousadas estão um pouco afastadas do centro, prefira uma das que ficam ao longo do rio, que por sinal é ótimo para lavar a alma.
Algumas dicas: O melhor caminho para chegar ao Sana é a BR-101, o acesso é em Casimiro de Abreu, ao lado do posto de combustível “Duas Pátrias”. Falando em posto, não lembro de ter visto algum por lá, então é melhor abastecer em Casimiro. De lá até ao arraial são 25km pela estrada Serra-Mar, já asfaltada. Sana é um arraial bem simples, lá você não vai encontrar bancos, nem 24hs, portanto leve dinheiro. Cartões são aceitos em alguns estabelecimentos, mas são alguns mesmo, até porque não existem muitos. Esqueça o celular, quando estive lá não tinha sinal, mas tem alguns “orelhões” pela cidade. Se você toma algum remédio, melhor não esquecê-lo porque a farmácia é pequena. Percebeu que o comércio é simples, né? Então não espere encontrar restaurantes chiques com serviços de 1ª, os de lá são simples, mas a comida é boa. Não fui em todos, mas o “Alquimia”, no centro é uma boa opção. Rola um “rafting” legal quando o rio Macaé está cheio, procure a “Canoar“, e também não faltam opções para quem gosta de “trekking”. Sugestão de Pousada: Repousada, tem chalés bem legais a beira-rio. Bom, é isso aí. O resto você descobre sozinho, e NO STRESS.
+ Fotos e dicas de Sana
Visconde de Visconde de Mauá
Algumas Dicas: A altitude média de 1200m faz com que Mauá tenha um clima ameno durante o ano (18º em média), e muito frio no inverno, dependendo do lugar, até neva. Leve sempre um bom agasalho, mesmo no verão. Se for ficar em pousada, não dispense a lareira no inverno. Leve dinheiro, pois nem todas as pousadas e comércio de uma maneira geral aceitam cartões. Não deixe de experimentar as trutas, fondues e chocolates da região, tudo muito gostoso. Em Maringá compra-se bons agasalhos e outros acessórios de frio por um precinho maneiro. No caminho para Alcantilado tem o Museu Duas Rodas com mais de 90 motos e bicicletas em exposição, inclusive a moto mais antiga do país. Não deixe de conhecer as cachoeiras, principalmente Santa Clara, Escorrega, Véu de Noiva, Alcantilado e Fumaça. Mauá também tem espaço para quem gosta de adrenalina na veia, tem arvorismo no caminho para o Vale do Alcantilado, “bóia-cross” nas corredeiras, rapel, tirolesa, “down hill” de bike, canoagem, caminhadas leves e pesadas, “off-road”, etc. A “estradinha”, 34 Km (RJ 163), merece atenção especial, não só pelas belezas que se pode ver lá de cima, mas também por ser estreita, sinuosa e pelos seus últimos 15Km que são de cascalho. Atenção redobrada em dias de chuva, não é raro ver carros quebrados pelo caminho. Cuidado também na “estrada” (RJ 151) que interligas as vilas, a conservação deixa a desejar. Mas cá pra nós, Mauá é lugar para desestressar, então nada de pressa. Sugestão de Pousada: Araucárias, em Maringá, tem ótimos chalés com lareira em uma ampla área verde muito bem cuidada, destaque também para o generoso café da manhã e a simpatia do atendimento.
+Fotos e dicas de Mauá
Nota Importante: Nós não íamos incluir links de pousadas e outros estabelecimentos comerciais neste site, pois não conhecemos todos, e além disso, muitos deles aparecem, trocam de nome, de dono ou somem de uma hora para outra. Porém, atendendo a pedidos dos visitantes, principalmente solicitando dicas de pousadas, passaremos a incluí-los. Entretanto, só vamos incluir estabelecimentos onde estivemos e gostamos, ou que no mínimo nos passaram muito boa impressão.
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