terça-feira, 24 de junho de 2014

Petrópolis

PETRÓPOLIS 


Petrópolis é mais um destino de inverno no RJ, localizada a apenas 65Km da capital, e a 809 m de altitude, tem clima ameno com temperatura média de 22ºC, mas que cai bastante no inverno. A cidade é um prato cheio para quem gosta de história, belas paisagens e clima de montanha, mas não dispensa uma boa infra-estrutura. A cidade   conserva  várias  construções  coloniais, onde  em algumas delas funcionam museus, centros culturais, hotéis e restaurantes. Outras construções não tão antigas, como o Quitandinha e a casa de Santos Dumont, reservam surpresas imperdíveis aos visitantes. Petrópolis também é muito conhecida por ser um importante pólo comercial, principalmente de roupas e acessórios. Destacando-se  aí  a  famosa Rua Teresa,  um  verdadeiro shopping a céu aberto, e o bairro de Bingen.
Algumas Dicas: Não deixe de conhecer o Museu Imperial (1845), instalado no Palácio de Verão de D. Pedro II, onde conhece-se um pouco da história da Família Imperial Brasileira e do Segundo Reinado. À noite, se o tempo perimitir, rola o famoso show Som e Luz, do lado de fora do museu, onde é contada a história de D. Pedro II com a ajuda de um sofisticado sistema de projeção. Procure saber da programação do Palácio de Cristal, normalmente rolam ótimos shows, e melhor ainda de graça. Imperdível também é fazer uma visita guiada pelos salões do Quitandinha (1944), a grandiosidade do local nos leva a uma verdadeira viagem no tempo. Os guias são antigos funcionários do local, e passam a história com riqueza de detalhes e muita emoção. Tudo é grandioso, da piscina ao salão onde funcionou o cassino. Poder entrar, por exemplo, no  teatro onde eram filmadas as produções da Atlântida nos remete ao que deve ter sido viver àquela época. Não deixe de visitar a “Encantada“, casa de Santos Dumont, lá você verá em detalhes a engenhosidade deste brasileiro. Aproveite para apreciar o relógio de flores, bem em frente, e também a Catedral São Pedro de Alcântara. Petrópolis também tem espaço para quem gosta de aventuras, dá para fazer cavalgadas, trekking na área do Parque Nacional da Serra dos Órgãos, rapel, escalada, rafting, e até vôo livre.Sugestão de Pousada: 14 Bis, simples, mas em local agradável, com ótimo atendimento, além de uma decoração muito bem transada, inspirada no pai da aviação. Existem muitas outras boas opções espalhadas pela cidade, não deixe de conferir. A cidade ainda tem um belo calendário cultural, com festivais como o de inverno e festas típicas como a Bauernfest (Fotos da Bauernfest 2007).
+Fotos e dicas de Petrópolis

Sana
Sana é um paraíso encravado entre a serra e o mar ao norte do estado Rio, um lugar muito alto astral repleto de pessoas idem. Rola um certo misticismo no ar, se bobear você pode até esbarrar com algum gnomo por lá (rs), é um lugar mágico. Dizem que foi lá que Raul Seixas fundou a tal sociedade alternativa; indo até lá você vai entender porque. São várias cachoeiras, montanhas e vales lindos, é um lugar pra quem curte natureza e paz, lugar para  ir e
voltar várias vezes. O forte do Sana é a natureza, o arraial é simples e as melhores pousadas estão um pouco afastadas do centro, prefira uma das que ficam ao longo do rio, que por sinal é ótimo para lavar a alma.
Algumas dicas: O melhor caminho para chegar ao Sana é a BR-101, o acesso é em Casimiro de Abreu, ao lado do posto de combustível “Duas Pátrias”. Falando em posto, não lembro de ter visto algum por lá, então é melhor abastecer em Casimiro. De lá até ao arraial são 25km pela estrada Serra-Mar, já asfaltada. Sana é um arraial bem simples, lá você não vai encontrar bancos, nem 24hs, portanto leve dinheiro. Cartões são aceitos em alguns estabelecimentos, mas são alguns mesmo, até porque não existem muitos. Esqueça o celular, quando estive lá não tinha sinal, mas tem alguns “orelhões” pela cidade. Se você toma algum remédio, melhor não esquecê-lo porque a farmácia é pequena. Percebeu que o comércio é simples, né? Então não espere encontrar restaurantes chiques com serviços de 1ª, os de lá são simples, mas a comida é boa. Não fui em todos, mas o “Alquimia”, no centro é uma boa opção. Rola um “rafting” legal quando o rio Macaé está cheio, procure a “Canoar“, e também não faltam opções para quem gosta de “trekking”. Sugestão de Pousada: Repousada, tem chalés bem legais a beira-rio. Bom, é isso aí. O resto você descobre sozinho, e NO STRESS.
+ Fotos e dicas de Sana

Visconde de Visconde de Mauá
Visconde de Mauá, ou simplesmente Mauá para os íntimos, está encravada na Serra da Mantiqueira, em uma área de preservação ambiental (APA) entre os estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais, é um distrito do município deResende. Apesar de todo mundo dizer que foi ou vai para Mauá, a região é formada por três vilas principais, Mauá, Maringá e Maromba, e seus diversos vales, como Vale das Cruzes, Alcantilado, Pavão e Grama. Basicamente, Mauá acompanha o traçado do Rio Negro, e é a porta de entrada para quem vem do RJ (200Km) ou SP (300Km), possui boa infra-estrutura, como farmácia, caixa-eletrônico (Itaú), Correios, algum comércio, além de  pequenas pousadas e restaurantes. Maringá (do Rio e de Minas) é a vila mais agitada e com melhor infra-estrutura de pousadas, restaurantes e comércio em geral, também é ponto de partida para as principais atrações naturais da região, como o Vale do Alcantilado e região de Santa Clara, também conhecida como berço das águas. Mais à frente, você vai encontrar Maromba, a mais descolada das vilas, foi reduto hippie nos anos 70, e continua com um astral muito bom. Maromba é passagem obrigatória para a Cachoeira do Escorrega, a mais famosa da região. Lá também tem uma pracinha muito maneira, onde se concentra o comércio, com um artesanato que é show. Também não falta uma rodinha de violão ao redor de uma fogueira para aquecer as noites frias da região.
Algumas Dicas: A altitude média de 1200m faz com que Mauá tenha um clima ameno durante o ano (18º em média), e muito frio no inverno, dependendo do lugar, até neva. Leve sempre um bom agasalho, mesmo no verão. Se for ficar em pousada, não dispense a lareira no inverno. Leve dinheiro, pois nem todas as pousadas e comércio de uma maneira geral aceitam cartões. Não deixe de experimentar as trutas, fondues e chocolates da região, tudo muito gostoso. Em Maringá compra-se bons agasalhos e outros acessórios de frio por um precinho maneiro. No caminho para Alcantilado tem o Museu Duas Rodas com mais de 90 motos e bicicletas em exposição, inclusive a moto mais antiga do país. Não deixe de conhecer as cachoeiras, principalmente Santa Clara, Escorrega, Véu de Noiva, Alcantilado e Fumaça. Mauá também tem espaço para quem gosta de adrenalina na veia, tem arvorismo no caminho para o Vale do Alcantilado, “bóia-cross” nas corredeiras, rapel, tirolesa, “down hill” de bike, canoagem, caminhadas leves e pesadas, “off-road”, etc.  A “estradinha”, 34 Km (RJ 163), merece atenção especial, não só pelas belezas que se pode ver lá de cima, mas também por ser estreita, sinuosa e pelos seus últimos 15Km que são de cascalho. Atenção redobrada em dias de chuva, não é raro ver carros quebrados pelo caminho. Cuidado também na “estrada” (RJ 151) que interligas as vilas, a conservação deixa a desejar. Mas cá pra nós, Mauá é lugar para desestressar, então nada de pressa. Sugestão de Pousada: Araucárias, em Maringá, tem ótimos chalés com lareira em uma ampla área verde muito bem cuidada, destaque também para o generoso café da manhã e a simpatia do atendimento.
+Fotos e dicas de Mauá

Nota Importante: Nós não íamos incluir links de pousadas e outros estabelecimentos comerciais neste site, pois não conhecemos todos, e além disso, muitos deles aparecem, trocam de nome, de dono ou somem de uma hora para outra. Porém, atendendo a pedidos dos visitantes, principalmente solicitando dicas de pousadas, passaremos a incluí-los. Entretanto, só vamos incluir estabelecimentos onde estivemos e gostamos, ou que no mínimo nos passaram muito boa impressão.

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